
"Barbie sempre representou o fato de que uma mulher sempre tem opções."
Ruth Handler, criadora da Barbie, que morreu no sábado.
... rascunho, bloco de notas, palavras para as paredes
[chorumelas: Ando exausta. Tanto, que não consigo mais dormir. É foda isso, não? Além de tudo, passei o dia com o nariz entupido e a voz fanhosa. Do além.]
Eu realmente fico incomodada com o uso indiscrimidado da 1ª pessoa do plural nos textos desse povo que se intitula literatura pop. Ai, que coisa horrível aquele monte de verbo flexionado no "nós"! Isso parece falta de leitura. É o cacoete literário, quase comparável ao "vamos estar encaminhando" do telemarketing, guardadas as devidas proporções. Faltou um editorzinho, né não? Mas o livrinho tem uma coisa de bom: lembrou as noites de balada na Raul Deveza :)
Oba! Um elogio pro meu novo visual (tá no comment do post abaixo, hehe). Apesar de eu amar aquele disco e aquela capa, não tinha ficado satisfeita com o anterior. Agora estou me sentindo um pouco traidora, porque o projeto de colocar só capas de discos (originalmente de singles, com imagens de mulher) foi totalmente para a cucuia... Mas essa nova escolha tem um motivo: expansão. The time is now.
Por que são os pedacinhos de pimentão (e não de tomate) do vinagrete é que grudam no queijo derretido do sanduíche?
Última coisa:
Hoje ouvi uma música do Bill Laswell numa coletânea de dub. O cara que me emprestou disse o seguinte: "Fritação"
"You see the signs, but you can't read
Então vou contar a história de Santa Rita de Cássia.
MEDA!